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Kubernetes: como utilizar?

19 de janeiro de 2021

Quem não gosta de automatizar processos, facilitar tarefas e ainda garantir a segurança dos seus dados? Bom, o Kubernetes oferece, justamente, isso. 

Para aqueles que não sabem, o Kubernetes é basicamente um sistema de código aberto para orquestração de containers Docker, com objetivo de monitorar essas aplicações. Sua principal característica é a facilitação do monitoramento e do controle de retornos e de erros, principalmente em caso de quedas ou de falhas no sistema.

Ou seja, sabendo usar Kubernetes, os desenvolvedores não precisam ter conhecimentos avançados em infraestrutura; basta saber  integrar e usar esse sistema para garantir, por intermédio dele, o gerenciamento e a qualidade de suas aplicações.

E quais são as vantagens desse sistema?

  • Escalonamento;
  • Volumes persistentes;
  • Controle de falhas e erros;
  • Diminuição da complexidade;
  • Além de, é claro, fácil manipulação dos contêineres. 

Para conseguir utilizá-lo, no entanto, você deve instalar os seguintes componentes:

Depois disso, basta abrir o Minikube - ferramenta que facilita o processamento de Kubernetes na máquina local - e criar um diretório para sua aplicação, digitando o comando $ minikube start, que criará uma máquina virtual (o que explica também a instalação do Virtual Box). Assim, você terá um cluster que permitirá que trabalhe sua aplicação. 

Ainda tem dúvidas? Então assista a esse vídeo do canal Código Fonte, que explica de forma muito didática, simples e clara o que é e para o que serve o Kubernetes.