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Big Data e transformação digital no GB

26 de novembro de 2020

Você já parou para pensar qual é o papel do Big Data na transformação digital? Bom, digamos que, antigamente, todas as empresas tinham um enorme banco de dados, repleto de informações e características, mas não sabiam (de fato) o que fazer com elas.

No entanto, com a transformação digital, a informação passou a ser um poder e o poder também passou a estar relacionado com fato de saber usar a tecnologia a favor do seu negócio. Afinal, números e informações soltas não são o suficiente para entender seus clientes e descobrir os motivos pelos quais eles escolhem você e não os concorrentes. 

E é, justamente, aqui que entra o Big Data, já que ele permite otimizar esses dados e obter informações valiosas sobre tendências, mercado, comportamento e oportunidades.

Nesse sentido, o papel do Big Data é obter novos insights e combinar dados estruturados com dados não estruturados, trazendo novas tecnologias e soluções.

Os dados estruturados são aqueles que podem ser mensurados, como por exemplo, o número de vendas ou de acessos de um site.

Já os dados não estruturados são aqueles com características emocionais, ou seja, o modo como um usuário se relaciona ou enxerga a sua marca no mercado.

Cruzando essas informações, obtemos dados precisos que realmente nos ajudam a entender e a criar soluções alinhadas com os interesses do consumidor. 

Além disso, aqui no GB, nós entendemos que a transformação digital é sobre ser rápido, colaborativo e tomar decisões com foco no cliente, sempre priorizando a execução.

O não-modelo de Transformação Digital no GB

Aqui, nós não acreditamos que estamos transformando simplesmente por criar algo novo, mas sim porque conseguimos pensar em uma solução que resolva um problema.

Todos as nossas ações começam com a pergunta: “que problema do consumidor vamos resolver?” e em cima disso direcionamos nossas metas, prazos e processos. Afinal de contas, nós gostamos de inovar e de descobrir novas maneiras de fazer o nosso melhor.

Por isso,  estamos sempre pronto para aprender rapidamente. Não fazemos nada sozinhos, dividimos as responsabilidades e acreditamos que quando seguimos juntos, seguimos melhor. Já que as visões diferentes também se completam e vão mais longe.

Entendemos assim que, por trás da ideia de dar mais autonomia aos times, existe também uma estrutura que permite erros, aprendizados e empoderamento de pessoas.

Afinal de contas, a transformação não é a inovação pela inovação. 

E sim, a implementação de soluções (muitas vezes baseadas em tecnologias) que possam, de fato, solucionar os velhos e os novos problemas.

Por fim, nossas pessoas são o nosso maior patrimônio e são elas que estão, de fato, no centro da transformação digital. Já que essa transformação depende, antes de qualquer outra coisa, de pessoas colaborativas, dinâmicas e dispostas a fazer a diferença.

Para nós, são as conversas que nos fazem crescer e trazem os melhores resultados. E são as conexões que nos tornam um time cada vez mais forte.

E você, está pronto para reinventar o futuro da beleza com a gente?